Tratamento do esgoto no Tietê
é ineficiente, diz Cetesb

O sistema de tratamento da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico de São Paulo) para o esgoto despejado no rio Tietê não retira elementos químicos que pioram a qualidade da água. A conclusão consta em relatório da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), diz a Folha de S.Paulo. O tratamento não remove nitrogênio e fósforo, substâncias que fazem proliferar algas e outros organismos que roubam oxigênio da água, afetando a vida aquática. Para a Cetesb, é preciso discutir a implantação do sistema terciário, que eliminaria as duas substâncias. Hoje, nenhuma das estações de tratamento possui esse sistema. A Sabesp pretende construir 48 nos próximos anos, mas não há previsão de modernizar a rede. Segundo a companhia, o tratamento atual atende aos padrões de emissão de poluentes determinados pela legislação ambiental, e a prioridade é ampliar ao máximo a rede, o que não seria possível se fosse adotado o sistema terciário.
Foto: Flickr
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