Centro histórico testa projeto de qualidade total e tolerância zero
Área com 35 ruas e praças entre a Sé e os largos São Francisco e São Bento terá rondas e manutenção 24 horas por dia pagas por empresas.

Uma área com 35 ruas e praças do centro histórico de São Paulo terá, até agosto, os seus serviços públicos de manutenção e segurança reforçados. Para isso, uma equipe de cerca de 20 agentes, pagos por empresas da região, fará rondas nesses espaços 24 horas por dia, em busca de quaisquer problemas relacionados a serviços urbanos, tais como iluminação, qualidade das calçadas, limpeza e policiamento.Detectada alguma irregularidade, como lâmpadas de poste queimadas ou a presença irregular de camelôs, por rádio, os agentes informarão uma central, também mantida pelo empresariado, que, então, registrará o ocorrido e, imediatamente, acionará o órgão público responsável por sua solução. Espera-se, com isso, aumentar a agilidade e a eficiência na resolução desses problemas.“Haverá algo novo na cidade, que é a efetiva zeladoria do espaço público”, diz Marco Antônio Ramos de Almeida, superintendente da Associação Viva o Centro, que coordena o projeto entre as empresas.Segundo Almeida, que não divulgou o custo de implementação da central e do monitoramento, o projeto, chamado de “Aliança pelo Centro Histórico”, deve entrar em operação entre 45 e 60 dias.
Fonte: Jornal Destak
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